Metodologia do estudo
A análise levou em consideração o preço de lançamento, o preço atual no varejo e o preço no mercado de usados. Além disso, focou em dispositivos em bom estado no mercado secundário com tempos de mercado similares para proporcionar uma comparação justa.
Descobertas-chave
Smartphones premium se mostraram mais resilientes à desvalorização em comparação com os modelos intermediários e de entrada. A Apple liderou essa prova, com o iPhone 16, perdendo apenas cerca de 47% de seu valor de lançamento. Além disso, a linha Pro da Apple, representada pelo iPhone 16 Pro, se manteve valorizada no mercado de usados, refletindo a demanda por modelos mais avançados.
Em contraste, marcas como Samsung e Motorola mostraram resultados mais variados. Enquanto a linha premium da Samsung (S/Ultra) teve desempenho melhor, sua linha intermediária (A) se deprecia mais rápido. A linha Edge da Motorola, embora tenha sofrido depreciação, ainda se destaca pela retenção de valor melhor dentro da marca.
Implicações para compradores e vendedores
Para aqueles que planejam revender seu dispositivo, os modelos premium são a melhor opção. Contudo, para quem busca economizar, dispositivos que sofrem maior desvalorização poderiam representar uma oportunidade de barganha ao comprar modelos usados bem avaliados. O estudo destaca a importância de considerar tanto a oferta quanto a demanda ao avaliar a depreciação, e não só os percentuais isolados.
Conclusão
O iPhone 16 se destaca como a melhor opção para retenção de valor no Brasil, enquanto marcas como a Samsung e a Motorola apresentam resultados mais variados. Quem pretende comprar ou vender um smartphone precisa considerar esses fatores juntamente com o histórico de preços e a condição do dispositivo usado.
